NO RÁDIO
Cronotacógrafo: a ‘caixa preta’ de ônibus, caminhões e vans escolares

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on email
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on telegram
Telegram
Share on email
Email
Liana e Eric, Ipem-SP, falam sobre cronotacógrafo

O que é cronotacógrafo e em quais veículos ele deve estar instalado são explicados por técnicos do Ipem-SP no programa Consumo em Pauta, na Rádio Mega Brasil Online

O que é cronotacógrafo (também conhecido por tacógrafo), em quais veículos este instrumento é obrigatório e o que ele representa em termos de segurança para o consumidor são explicados por Erik Alberto de Lima e Liana Nascimento, respectivamente especialista em metrologia e qualidade do Núcleo de Fiscalização de Cronotacógrafos e Fiscal do Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas), no programa Consumo em Pauta, comandado por Angela Crespo, na Rádio Mega Brasil Online.

O “cronotacógrafo”, explica os especialistas, é fundamental para a segurança nas estradas e na cidade e é considerada a “caixa preta” de caminhões, ônibus e vans escolares. “Ele registra informações de velocidade, distância percorrida e tempo de direção sem paradas”, informa Lima, além de permitir a reconstituição e elaboração de laudos técnicos em caso de acidentes.

Cabe ao Ipem fiscalizar e verificar se o instrumento está em dia. “A cada dois anos é feita a verificação periódica para se certificar de que o cronotacógrafo está gravando as informações corretamente”, diz Liana Nascimento, acrescentando que o instituto também faz fiscalização nas ruas e estradas para verificar se os veículos têm o instrumento e se está medindo corretamente. Em 2015 foram autuados 3.272 (12%) dos 27.677 veículos fiscalizados. Neste ano, até março, dos 5.544 veículos fiscalizados, 9% (508) foram autuados.

As vans escolares, além de se submeterem aos mesmos processos de fiscalização e verificação, são obrigadas pelas prefeituras a apresentarem o certificado de verificação periódica do cronotacógrafo para a renovação da licença.

O consumidor pode verificar se os veículos têm instalado o cronotacógrafo e se a verificação está em dia no site do Inmetro, bastando, para tanto, informar a placa do veículo. “Algumas empresas de ônibus deixam visível para o passageiro os documentos que comprovam que o veículo está em dia com a verificação do equipamento. Outras deixam junto com o documento. Neste último caso, o passageiro deve solicitar ao motorista a documentação para verificar se está em dia”, destaca Lima, observando que o condutor do não é obrigado a mostrá-lo. “Mesmo assim, se houver negativa, o consumidor pode registrar reclamação na ouvidoria do Ipem ou em órgãos municipais”, destaca Liana Nascimento.

Nas vans escolares, caso os alunos relatem aos pais ou responsáveis que o condutor vem dirigindo em velocidade maior que a estabelecida pelo departamento de trânsito, pode ser solicitada ao motorista a leitura do que está registrado no cronotacógrafo. Segundo Lima, as informações são de fácil entendimento. Comprovada a velocidade superior à determinada, deve-se reclamar nos órgãos municipais e na ouvidoria do Ipem.

Para saber mais sobre cronotácografo, não percam o programa Consumo em Pauta, na Rádio Mega Brasil Online, nesta segunda (27/6), às 16 horas. Reapresentações na terça, às 19 horas, e na quarta, às 9 horas.

Por Angela Crespo

Acesse o site Consumo em Pauta em seu smartphone
tire aquela dúvida de última hora sobre o seu direito de consumidor.
www.consumoempauta.com.br
Assine a newsletter do Consumo em Pauta

 

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on email
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on telegram
Telegram
Share on email
Email

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Relacionados
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore